O final de LOST


Ontem completou-se uma semana do último capítulo do seriado que marcou a televisão mundial. Como um fã da série, vim trazer algumas questões relativas ao fim da série.

Muita, muita gente com quem conversei entendeu o episódio "The End" de uma forma diferente de mim. Consegui passar pra eles a minha visão das coisas, e a maioria concordou com o que eu falei. Claro que não quero dizer que entendi perfeitamente o final, do jeito que os roteiristas queriam, pois isso só eles sabem, devido a todo o mistério criado. Mas acredito sim que, da forma como eu entendi, o a história se encaixou bem, não ficou grandes furos, como vi no que muita gente falou por aí. Portanto, lá vai a minha visão sobre o final, mais especificamente sobre os flashes misteriosos, anteriormente chamados de realidade paralela.

Sim, a ilha é real. Tudo que se passou na ilha é real. Os personagens são reais. As mortes são reais. Os nascimentos são reais. A queda do avião é real. Eles não morreram na queda, eles sobreviveram e passaram por todas as aventuras na ilha, e fora da ilha, e depois, quando voltaram, na ilha novamente.

A "realidade paralela", assim chamada erroneamente por nós, fãs, era na verdade um limbo, purgatório, ou qualquer nome que você para algum lugar pós-morte. Sim, ali sim estavam eles todos mortos. Porém, aquilo só aconteceu depois de todos os personagens que ali apareceram morrerem, inclusive os que ao fim da série continuaram vivos (Hurley, Ben, Desmond, Miles, Kate, Sawyer, Claire e Lapidus). Ou seja, os flashes pós-morte se passaram muito tempo após o momento em que Hurley se torna o novo guardião da ilha e que o avião, pilotado por Lapidus, enfim vai embora. Vamos supor que o último a morrer tenha sido o Hurley, o novo guardião da ilha, e que isso tenha acontecido 300 anos depois do instante final da série, em que Jack fecha os olhos. Então, apenas depois de 300 anos é que todos se reencontraram no limbo, pois para que o encontro e as lembranças acontecessem, todos já precisariam estar mortos.

Na pós-morte deles, eles não se lembram de nada, portanto nem sabem que estão mortos. Vivem normalmente, até que algum fato os faça lembrar de tudo o que já passou, dando plena consciência e entendimento das suas mortes. A partir do momento em que eles entendem a morte, eles sentem preparados para sair daquele estado, em que eles viviam para corrigir alguns problemas ocorridos enquanto estavam vivos. O Jack, por exemplo, tinha problemas de relacionamento com o pai, e isso era o que mais o incomodava. Após a morte, no "purgatório", ele não tinha mais problemas com o pai, mas sim com o filho, e assim entendeu a posição que o pai tomava com ele. Através do relacionamento com o filho, que foi corrigido por ele, ele pôde assim entender seus problemas enquanto vivo com o pai, e pôde perdoá-lo, como vimos na cena em que Christian revela ao filho que todos ali estão mortos, e há uma cena de afeto entre os dois. E isso acontece com todos os personagens, eles corrigem após a morte algum problema que não os deixavam em paz enquanto vivos, e após isso acontecer, com algum contato especial, eles retomavam a consciência de tudo o que havia acontecido. Outro exemplo disso tudo é o Ben, que não se sentiu pronto, apesar de estar esclarecido sobre sua situação, para partir daquela fase, no "purgatório". Ele sentia que ainda precisava fazer mais pela Alex, já que tinha sido responsável por sua morte, e também por Rousseau, já que havia sequestrado sua filha, enquanto vivo.

Então, o que aconteceu na explosão? Simplesmente, eles queriam evitar que a ilha passasse a ter constantes disfunções nos seus campos magnéticos, e acharam que explodindo a ilha poderiam fazer isso. Mas a verdade é que a bomba é que causou esses problemas envolvendo o magnetismo da ilha. A ilha não afundou, as pessoas não morreram (exceto a Juliet), e não foi criada uma realidade paralela. Simplesmente voltaram para a época a que pertenciam, já nos anos 2000.

Bem, acredito que faltou falar muita coisa ainda do que penso, mas conforme eu for lembrando de algum detalhe eu vou editando aqui.
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Retomada, novas perspectivas

Há muito tempo não posto aqui. Possivelmente pensaram que eu abandonei o blog. De fato eu o fiz, mas não permanentemente. Parei pra pensar na proposta do que eu queria fazer, e no que eu realmente estava fazendo, e algo não batia. Precisei de um tempo pra pensar sobre isso, e cá estou eu de volta. Encontrei o que estava errado.

O Bela Bagunça, para mim, desde o início é um lugar onde eu postaria sobre tudo, mas não de uma forma aleatória. Coisas relevantes, estando na mídia ou não. Mas, tudo isso, através de um conteúdo original do blog, construído e escrito por mim, através da minha própria opinião e de pesquisas em diferentes fontes. Eu de fato o fiz, no início. Ainda que fosse assuntos já muito discutidos, eu trazia um ponto de vista diferente, próprio. Tudo ia bem, mas acabei tropeçando na minha visão de que para ter sucesso, precisaria postar todo dia. Com o tempo, isso me fazia fazer algumas postagens simplesmente retiradas de outros lugares, fugindo da ideia original. A frequência com que isso acontecia aumentou, até que praticamente tudo que eu postava era um ctrl+c ctrl+v de outros blogs ou sites, perdendo muito a qualidade. O último post sobre capas da Alice é a maior prova disso. Não é parte do intuito do blog simplesmente mostrar capas de livros, sem sequer tecer comentários sobre.

Dito isso, estou de volta, com a ideia original, de sempre apresentar algum conteúdo próprio. Para isso, cheguei a conclusão de que não existe uma obrigatoriedade de posts diários. Afinal, o importante não é a quantidade, e sim a qualidade. Com isso, acabarei tornando o Bela Bagunça um pouco mais pessoal, mas sem que isso interfira na qualidade e no conteúdo do blog.

Valeu galera, estamos de volta. Desculpem a ausência. :D
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As diversas capas de Alice

Seguindo a onda de Alice no País das Maravilhas, hoje trago diversas capas de diferentes versões do conto de Lewis Carroll já lançadas ao longo do tempo, e ao redor do mundo. A primeira é a primeira edição de Alice nas terras tupiniquins.


















Fonte:
Listas Literárias
Eternamente Alice
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Maquiagens realistas

Enquanto pessoas comuns pensam em maquiagem apenas para melhorar a aparência, um outro fim é dado para elas além da beleza. Seja para parecer com personagens famosos, ou para criar personagens próprios, pessoas usam a maquiagem, de uma forma bem realista e extravagante. Veja alguns exemplos do que eu estou falando, logo abaixo. Extremamente bem-feitas, por vezes chegam a confundir-se com a realidade, não deixam de ser uma interessante forma artística.















Fonte: Menino Gaiato
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Isso que é comercial!

Voltando a colocar vídeos de propagandas, depois dos bem bolados comerciais do Windows Live Messenger, hoje trago para vocês uma propaganda um pouco mais... cômica (e bota cômica nisso). Para divulgar um desodorante (Old Spice), apostaram em propagandas bizarras, com um ator conhecido, Terry Crews, o pai de Chris no seriado "Todo Mundo Odeia o Chris". Apesar de tudo, temos que admitir que os publicitários conseguiram fazer com que todos se lembrem deste épico comercial, atingindo assim o seu objetivo. Confira no vídeo abaixo a coletânea de vídeos feitos para o produto.



Diretores: Tim and Eric. Agência: W+K, Portland.

E aqui segue uma paródia, com o astro do Dallas Mavericks (time de basquete da NBA) Caron Butler. Chegou a ser transmitida na televisão, no intervalo dos jogos deste time (em casa).



Fontes:

Blog do Tio Ted
The Denver Egotist
Media Bistro
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